"Como o óxido de ferro (pigmento) é essencial para barrar a luz visível, os homens com porfiria cutânea enfrentam o desafio de usar protetores com cor. Para os homens do fórum: como foi vencer o preconceito e adotar o protetor com base na rotina? Vocês usam tons neutros ou preferem marcas específicas que não deixam a pele brilhando?"
Essa é uma questão muito real e pouco falada principalmente para os homens.
Como enfermeira, vejo que o uso de protetor com cor (por conta do óxido de ferro) ainda esbarra muito em barreiras culturais, mas na porfiria isso deixa de ser estética e vira uma necessidade de proteção real, porque a luz visível também agrava as lesões.
Não é “maquiagem” é fotoproteção terapêutica
Com o tempo, muitos relatam que o incômodo social diminui principalmente quando percebem melhora das lesões.
E sinceramente, cada vez mais isso tem sido normalizado autocuidado não tem gênero.
Cuidem-se!!