Gostaria de compartilhar um caso interessante para discutirmos a dificuldade do diagnóstico da Porfiria Cutânea Tarda (PCT).
Um paciente de 45 anos começou a apresentar pequenas bolhas e uma fragilidade extrema na pele do dorso das mãos e do rosto após atividades de jardinagem ao sol. Inicialmente, ele achou que era uma reação a algum produto químico ou planta. Com o tempo, as bolhas cicatrizavam deixando pequenas manchas brancas (mílias) e a pele parecia 'papel de seda', rasgando por qualquer trauma leve.
O ponto de virada: O diagnóstico só veio quando ele notou que sua urina apresentava uma coloração mais escura, cor de chá, e os exames de sangue revelaram uma ferritina altíssima.
O que esse caso nos ensina?
Nem toda ferida de sol é queimadura comum.
A importância de investigar o fígado e os níveis de ferro em pacientes com lesões crônicas nas mãos.
Alguém aqui passou por essa confusão inicial de achar que era apenas uma alergia de contato ou sensibilidade comum?"
Se tivesse como compartilhar o caso em específico na íntegra para que consigamos fazer uma leitura do relato sobre a descoberta da doença com as palavras do portador da doença, acredito que seja importante para que todos consigamos ver como é impactante e difícil a busca de tratamento por uma doença que muitas vezes demora anos para um diagnóstico e a luta dessas pessoas em buscar atendimentos por diversas vezes para trazermos um olhar humanizado e empático.
Obrigado por compartilhar, excelente.
Obrigada