"Gostaria de expor o caso de um pedreiro de 38 anos que começou a apresentar feridas e bolhas dolorosas nas mãos. No início, o diagnóstico no ambulatório foi de dermatite de contato por manuseio de cimento. Ele mudou de função, passou a usar luvas grossas de borracha, mas o quadro piorou: o atrito da luva criava feridas ainda maiores. O caso só foi desvendado quando um dermatologista notou hipertricose (excesso de pelos) malar no rosto dele e pediu porfirinas urinárias, confirmando PCT. O diagnóstico precoce evitou que ele perdesse o emprego por incapacidade física. Alguém aqui já teve o diagnóstico mascarado por causa da sua profissão?"