"Paciente com PPE trabalhava em um galpão industrial iluminado por potentes lâmpadas fluorescentes antigas. Ele queixava-se de forte queimação e eritema nas mãos e pescoço mesmo sem sair ao sol. A empresa achava que era simulação. O relato clínico confirmou que a emissão de espectro de luz azul/visível daquelas lâmpadas específicas interagia com as porfirinas do paciente. Ele foi remanejado para uma sala com lâmpadas LED protegidas e os sintomas sumiram. Vocês sentem que a luz artificial de escritórios ou mercados também agride a pele de vocês?"